terça-feira, janeiro 27, 2009

Indagação 2

Caramba, voltando de um rápido passeio de bicicleta, bebendo água na cozinha, lembrei de algo que sempre me indaguei quando era criança e assistia Jornal Nacional.

Eu sempre me perguntava, quem eram as pessoas que eles diziam ter entrevistados? No caso o Instituto que lançou os dados na mídia, que dizia ter entrevistado 2 mil pessoas, e com base nas respostas dadas, eles mostravam aquele gráfico de percentagem de intenção de voto para prefeito de uma cidade, por exemplo.
Quem eles escolhiam para entrevistar? O que eu poderia fazer para ser entrevistado? Alguém conhece alguém dos 2 mil que foram entrevistados? Alguém que eu irei conhecer pela vida já foi entrevistado?

Então milhares de leitores diários desse singelo blog, poderiam me responder essas questões?
Adaptando o que diria aquele gordo sem graça do Jacaré Banguela em um de seus quadros bloguísticos, elas (as perguntas) formaram o meu caráter!


quinta-feira, janeiro 22, 2009

Cenas do Cotidiano 2

Um rapaz, de aproximadamente 22 anos, ou até menos, com os olhos vermelhos, em frente ao prédio que morava, conversando com a mãe que estava do outro lado do portão.

Ele diz:
- Pô mãe, deixa eu entrar, eu já falei que não vou roubar mais nada da senhora...
- Não meu filho, aqui não, desculpa, mas vai pra outro lugar...
- Pô é foda, todo mundo me humilha, até minha mãe, nem em casa eu tenho paz, que merda...
- Não não não...aqui não...

É.

terça-feira, janeiro 20, 2009

Cenas do Cotidiano

Um maltrapilho provavelmente embrigado, pois carregava uma latinha de cerveja na mão, andando no calçadão da praia de Camburi na parte em frente de Jardim da Penha, por volta das 20 horas, esbraveja para a multidão que caminha, corre, pedala e etc, as seguintes palavras:

- Não é verdade!! Vocês não são assim...não é verdaaaade, vocês não são robôs!!!

É.

segunda-feira, janeiro 19, 2009

Piada reflexiva

Eis que na mesa do bar surge a seguinte maçante piada:

Um cara, chamado José, estava numa entrevista de emprego, e o empregador que gostou muito dele, fala o seguinte:
- Quanto você ganha no seu atual emprego?
- 500 reais.
- Então, aqui você ganhará 10000 reais!
- Sério???
- Sééério! Qual seu carro?
- Ah! um chevetinho...
- Se você for contratado, ganharás um Audi.
- Sério???
- Sim, tens tempo livre para viajar?
- Creio que sim, por quê?
- Porque irás fazer pelo menos 10 viagens por ano, viajarás o mundo inteiro!
- Sério???
- Logicamente, eu gostei muito do seu perfil, eu só tenho que conversar com meu gerente pra de fato efetuar a sua contratação, pode ir pra casa, se até sexta feira você não receber nenhum telegrama, até meia noite, é porque você está contratado.
- Obrigado!!
E aí José vai pra casa, e na sexta feira, ele chama tooodos os amigos, faz um puta churrascão, com bandas de pagode ao vivo, muita cerveja e carne, enfim, gastou um dinheirão. E começaram a gandaia por volta das 17 horas...
Papo vai, papo vem, eis que 10 pra meia noite, surge uma motoquinha dos Correios, lááá no início da rua!
José ao avistar a motoquinha, entra em desespero, geral percebe o que está acontecendo, e já começa aquela corrente de pensamento coletivo "se ferrou, quem mandou contar com o ovo antes da galinha botá-lo!"
O carteiro chega, entrega nas mãos de José um papel, ele choramingando abre e começa a ler...apreensão total, todos estão olhando pra José, quando derrepente ele salta de alegria e grita:
- Uhuuul, minha mãe morreu!!!!

AHUhuAHUHUahuhuahAHaHUahuhuahuaHuAHUAHUahuhuahuaa

Aí começou a discussão, você no lugar dele também não comemoraria?
Concluí que, no lugar dele, eu ficaria muito aliviado! ahuHUAHUahUhAUhahua, afinal, não seria a pior notícia que eu poderia receber né?

Credo?

sexta-feira, janeiro 16, 2009

F.S.A.Q


2009 chegou, e com ele muitas esperanças, muitos planos, metas e objetivos... o mundo está em crise, o sistema está entrando em crise, o Brasil está entrando em crise... enfim. 2009 promete ser um ano muito sinistro.

Mas junto com tanto pessimismo, não podia faltar as dúvidas vitais para esse ano. Listo-as:

- Aquelas mosquinhas de banheiro, do que elas se alimentam? Qual o sentido da vida delas?
As vezes me pego divagando sobre isso, elas aparecem do nada, ficam ali no Box fazendo nada... Lembro quando era criança, minha diversão era encher a boca de água e tentar acertá-las com um jato, e quando estavam mais baixos, tentava acertá-las com jatos de xixi mesmo... era muito divertido. Eu brincava que era Netuno ou qualquer "deus da água" e tinha por missão destruí-las.

Eu sei que tinha outra pergunta fundamental como essa acima, mas por algum motivo desconhecido, simplesmente a pergunta sumiu. Mas sei que a pergunta compartilhada causa bastante reflexão, quando eu me lembrar da outra, hei de colocar por aqui.

No mais, sejam democráticos.

quinta-feira, janeiro 15, 2009

Resposta a divagação

Simples Titi:
No shopping é possível ir de saia.
Na boate ou rave não teria como, pelo menos não as que batem no joelho pra baixo.
No shopping tem lojas gospel.
Na boate ou rave não existe bebida gospel.
No shopping você ouve o que a pessoa do seu lado está falando.
Na boate ou rave você não entende porra nenhuma, e balança a cabeça sorrindo fingindo que escutou.
No shopping você enxerga quem é feio, aumentando o nível de prudência.
Na boate ou rave não existe prudência.

quarta-feira, janeiro 14, 2009

Divagando

Por que seria "errado" ir a uma boate, ou uma rave, e ir ao shopping não seria?
Se vivemos num plano físico, que vive dentro de um plano espiritual, imagine como não deve ser a atmosfera espiritual de um shopping!

E ir ao shopping é algo que todo crente faz. Mas ir a uma boate, uma rave, Deus que os livre!
Parando pra pensar espiritualmente, acho que a carga espiritual negativa que você se deixa ser exposto em um shopping, é tão ruim quanto o de uma boate.

Então, qual a diferença?


Sabedorias Pedrianas

Sábias palavras de meu irmão mais novo:
- Assim como homem não foi feito pra costurar, mulher não foi feita pra dirigir, não tem como.

É.

quinta-feira, janeiro 01, 2009

Meio doido

Uma vez papeando com uma amiga, num dos assuntos que vieram à tona, ela me disse que achava que eu era meio doido.

Papo vai, papo vem, eu comentei com ela que um pardal caiu no meu quintal machucado uns tempos atrás e morreu no dia posterior ao ter caído, e que novamente a pouco mais de uma semana atrás, caiu um outro.
Ao vê-lo, coloquei ele num lugar escondido de Nina, e orei pedindo a Deus que salvasse aquele passarinho. Ele não suportava o próprio peso, não conseguia nem ficar em pé, mas 4 dias depois, ele se recuperou, e voou livre para o seu lar.

Me gabei por ter sido escutado em meu pedido simples, e ela me pede pra orar por ela, eu falei que oraria sim, logicamente, e acrescentei, zoando, esperando que ela falasse algo tipo "dãã titi, não é pra tanto" o seguinte:
- Aproveita e ora por mim também, pra eu deixar de ser meio doido.
Ela prontamente diz "mas eu sempre oro por isso titi!!"

Que zé né?




Sempre eu

Sei que ando sumido desse antro de pensamentos soltos traduzidos em palavras, porém como aqui em Montanha não tenho nada pra fazer a noite, resolvi dar as caras denovo.
Hoje de madrugada contei resumidamente sobre o assalto.

Mostrei o texto para uma amiga, e ela me lembrou algo "interessante"! No dia 1 de janeiro de 2008, me ocorreu algo também inusitado!

Voltando de um almoço na casa da minha vó, parado no sinal, um garoto de 19 anos dirigindo seu Fox, bateu na traseira do meu carro, porque tinha pisado na embreagem ao invés do freio!
Acho que eu não sou boa companhia para dias 1 de janeiro!

Tudo acontece comigo!!!

Feliz ano novo?

Caramba, além de ter que passar a virada do ano num boteco em Montanha - ES, e minutos depois assistir ao show pirotécnico na praça, ao som de "Não aprendi dizer adeus", fui assaltado!

Estava com meus irmãos e uma cocotinha em frente a casa de um pessoal da Igreja Batista Renovada de Montanha, quando um muleque de aproximadamente 17 anos, com um revólver 32 na mão, grita:
- Passa o dinheiro, senão vou matar todo mundo! Manda a menina entrar!
Que experiência não?

Bom, por sorte eu só tinha 1 real no bolso, Lucas estava com o celular da cocotinha na mão e 2 reais no bolso, e Pedrinho estava embrigado eu acho...o ladrão lucrou 3 reais, uma garrafinha em miniatura de Martini que Pedrinho carregava, e o celular V3 da cocotinha.
E logo após comi um tempurá.

Feliz ano novo pra vocês também.

terça-feira, dezembro 30, 2008

Famiglia

Tchan-ram! Aí está a família mais ariana e linda do mundo todo.

segunda-feira, dezembro 29, 2008

Família Crescendo

Eis que o "crescer e multiplicar" tem sido levado a sério pelo casal mais badalado e ariano daqui de casa: Tião e Dóris.

Há uma ou duas semanas atrás sonhei que Dóris teria 2 filhotes, seria um presságio do que estava para vir? Certamente que sim. Acordei satisfeito e os batizei em minha mente. Esperava os meus 2 filhotes que serão muito amados por aqui.

Hoje, dia 29 de dezembro, eles nasceram. E exatamente como eu sonhei, 2 lindos filhotinhos, alvos como a neve e com aquele quê de inocência que só um bebê transmite.

Pantufa e Garrafa são os mais novos membros da família, os meus mais novos "problemas" e quero só ver onde isso vai parar.

Então tenho mais uma foto da família pra postar aqui, esse povo ativo é outra coisa.

sábado, dezembro 20, 2008

No estrangeiro

- Ô mãe, vê se me manda um dinheiro que eu tô no banheiro e não tem nem papel pra cagar.

Essa lírica profunda foi entoada por Rodolfo quando ele fazia parte dos Raimundos, e não sei porque estive pensando nela esses dias. O mais curioso é que ela me fez pensar em um momento especial da minha vida. Assim como a música trata de um cara que estava todo ferrado no exterior e passando por dificuldades financeiras, também tive algumas dificuldades por lá.

O papel higiênico lá era muito caro. Assim, não tão caro, mas para um grupo de estudantes aventureiros que estavam querendo economizar o máximo possível, era um luxo que não cabia no orçamento. Na verdade era caro sim, mas podíamos pagar mas não queríamos pagar. Enfim, vocês entenderam.

Mas então o que fazíamos? Não nos limpávamos? Dã! Logicamente dávamos nossos pulos. Aliás, eu dava os pulos.
Como eu trabalhava numa estaçao de ski e num supermercado a noite, esses lugares tinham banheiro, e era lá que eu usava, e nosso banheiro de casa era exclusivo pra líquidos. Mentira! Nada disso, como em todos lugares haviam banheiro e eu tinha uma mochila, a parada era entrar no banheiro com mochila e por "mero descuido" deixar cair um dos rolos fechados de papel dentro da minha mochila. Aí quando eu chegava em casa e ia arrumar minha mochila, lá estava o papel me dando uma surpresa! Aí eu ia e pensava "já que você está aqui, será bem utilizado".

E era assim que "de vez em sempre" tomava uns sustos com papel higiênico na minha mochila e ficava impossibilitado de gastar 6 dollares em um pacote de papel higiênico. Eu precisava falar isso porque estava na minha mente, tinha de colocar pra fora. O mais interessante era ver como era divertido usar o banheiro da estação de ski e ganhar de brinde um rolo de papel higiênico! Obrigado América!

quinta-feira, dezembro 18, 2008

Ilha de Marajó

Papeando de bobeira com uma amiga - Prix Zix - e aproveitando que já escrevi sobre fatos da infância, fui lembrado de mais um que por motivos de força maior não compartilhei nesse humilde espaço de memórias inúteis.

Na verdade eu já quis escrever sobre tal, e até mesmo minha mente me diz que já escrevi, mas procurei aqui e não achei. E como ninguém lembra mesmo o que escrevo, e nem eu, hei de escrever novamente ou pela primeira vez.

Lembro quando era criança - e realmente, tenho certeza que já escrevi isso aqui - eu estava aprendendo na segunda ou terceira série em estudos sociais sobre o território brasileiro - foi na mesma época que pintei o quadro - e comecei a ter contato com mapas.

Que emoção que era, ver o Espirito Santo em sua humilde forma de larva. Ver os outros estados, lembro que olhava pra Bahia e via que era o mapa do Brazil em miniatura, lembro que via o Piauí e pensava logo num pedaço de cocô que meu cachorro costumava soltar. Enfim, era sempre muito divertido brincar de pintar os estados brasileiros.

Nessa época meu pai comprou um brinquedo educativo, era um mapa que tinha todos os estados tipo quebra-cabeça e também tinha as regiões.

E nessa fome de conhecer mais que existia em meu ser, eu vivia fazendo perguntas pro meu pai. Lembro que num fatídico dia, enquanto íamos em direção a escola, passando pela Dante Michelini reparei aquela pequena ilha que fica ali na altura de Jardim da Penha. Minha língua coçou, não raciocinei direito e soltei a pergunta:
- Pai, aquela é a Ilha de Marajó?

Pobre criança... meu pai me explicou e foi nesse pequeno deslize que eu fui entender o que era um mapa de verdade. E que não tinha cabimento minha pergunta idiota.
Mas enfim, tantas coisas aconteceram na Dante Michelini. Lembro que passávamos por lá e ao ver o reflexo de sol nas ondinhas que se quebravam pelo meio do mar, meu pai dizia "olha os peixes de cabeça branca". E por quanto tempo acreditei nisso... aquele velho duma figa!

Enfim, minha infância. Saudades.

Memórias

Estava procurando uns cabos aqui em casa e olha o que encontrei.



Quadro pintado por mim, inspirado em algum livro infantil, de quando eu tinha 9 ou 8 anos, provavelmente estava na terceira ou segunda série do primário quando fiz essa obra de arte.

Lembro perfeitamente desse dia em que resolvemos pintar, minha mãe sentou com a gente e nos ajudou em tudo, acho que a única coisa que fiz sozinho foi passar o desenho do livro para a tela, mas tenho lá minhas dúvidas. Mas foi a velhota quem deu os retoques principais depois que eu pintei o grosso do quadro. Depois de pronto, tudo que queríamos fazer era levar pra escola e mostrar pra professora para receber elogios. Lembro que ficava com a consciência pesada em dizer que tinha sido eu quem havia pintado, porque na verdade minha mãe tinha feito a "arte-final" do quadro e era evidente isso. Creio que na verdade eu queria os elogios apenas para mim. Como era bobo. Nostalgia.

Quando eu morrer e ficar super famoso, poderá render milhões para meus herdeiros. E não preciso comentar que o pé do bichinho parece uma mão, por isso tenho minhas dúvidas quanto a autoria do desenho, acho que por mais criança que eu fosse, não cometeria tal erro. Francamente velhota! hahahahahaha

UPDATE: Lembrei o que significa esse pássaro, era uma história de um pombo-correio, eu gostava muito dessa história não me lembro exatamente o que. Uma das minhas frustrações quanto a esse quadro é que isso tá mais pra rolinha do que pra um pombo. Aliás, isso pode ser qualquer coisa, menos um pombo! hahahahah

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Sabonetes

Devo confessar que depois daquele fatídico dia em que o atendente me deu uma dica de "sabor" pra sabonetes, não parei de pensar nisso. Afinal, sabonete de figo, doidera!

Esses dias minha mãe foi fazer compras e falei pra ela trazer o famoso sabonete. Mas infelizmente não tinha. Ainda não foi dessa vez que pude provar o sabonete que o fez perder a pose.

Mas também nem tudo está perdido, minha mãe trouxe outro - da mesma marca - que é tão bom que quase me vi voltando a farmácia pra dizer a ele:

- Olha, eu sei que você gosta do de figo, mas você devia experimentar o de 'vanilla', tenho certeza que é tão bom quanto.

Claro que isso não passou de um momento de puro devaneio. Mas aí está minha dica, o sabonete de baunilha é muito bom.

quinta-feira, dezembro 11, 2008

...

Laaaaaaa vai a andorinha underground!!!

segunda-feira, dezembro 08, 2008

Típico meu

Queria escrever algo bonito
algo único para você
pensei nos motivos que tenho
para te desejar tão bem

Você não é certa da cabeça
e eu também não sou
e é justamente por isso
que eu gosto de você

Comecei algo que não podia terminar
ou pensava que não
mas você não é certa da cabeça
e assim eu te amo

quinta-feira, dezembro 04, 2008

Fim de ano

Entramos em dezembro, o mês mais melancólico para uns e o mais alegre para outros.
No meu caso ele é um misto dos 2, e nesta manhã de quinta-feira, enquanto eu acabei de estudar para mais uma prova de mecânica 1, fiquei pensando nos motivos que me levam a achar dezembro um mês um pouco down.

Tudo é culpa do clima de férias e consumo que está atrelado a ele: essa pressão ao consumismo desenfreado que as lojas fazem nas propagandas de natal e etc. Você liga a TV e é bombardeado com mil e uma maneiras de pagamento diferentes, só pra você se sentir tentado a comprar. Que coisa mais chata não? Eu acho. E como aqui - pelo menos aqui, o que eu acho é o que importa, eu digo que é chato e se você não concorda o problema é seu.

Outra coisa é a programação de TV, que quando não está passando as mesmas propagandas de sempre, está passando a mesma programação de sempre! São sempre aqueles filmes de natal ridículos. Umas comédias, uns mais românticos, mas sempre aqueles filmes com a Whoopi ou outros atores sumidos hoje em dia. Quem aguenta ver os mesmos filmes todo ano? Vamos inovar aí? Lembra quando passavam - se bobear passam ainda, veremos esse ano - Esqueceram de Mim? Quando você tem 10 anos você curte o filme, aí você faz 11 e curte de novo, 12, 13, 14, aí você repara que tem algo errado: porque sempre o mesmo filme? Sua mente já começa a raciocinar. Então continuamos assistindo ao filme com 15, 16, 17 e aos 23, como estou agora, você já deve saber todas as falas de cor e salteado do filme. No meu caso não é bem verdade porque felizmente não sou um entusiasta da televisão e aos 13 eu parei de assistir aos "especiais de natal", que aliás, porque se chamam especial? Só se for pelo retardo...

Ainda temos os telejornais sempre com retrospectivas enfadonhas. Quem quer ficar revendo as tragédias do ano? Mas será que só eu? E as vinhetas demagógicas? Putz. A Globo é mestre nisso!
Vou nem perder meu tempo discorrendo sobre ela. E a internet? Enquetes e mais enquetes estúpidas: Vote no crime do ano! Qual foi o famoso que mais causou em 2008? E o nível só vai baixando... c'est la vie.

No mais, o que eu posso dizer... hmmm... "Fique com o troco, seu animal!"