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segunda-feira, abril 12, 2010

Politicamente Correto?

Vou ser bem direto.
Ser politicamente correto as vezes é um cocô. (Pra não dizer merda e usar de expressões abusivas e que não seriam politicamente corretas).

Eu sempre pensei que a democracia é uma faca de dois gumes, aliás, sempre achei que a democracia é uma merda, mas num mundo amoral como o nosso, onde o dinheiro é o deus, talvez seja o menos pior, digo talvez porque não parei pra pensar sobre isso de fato. Mas tenho certeza que Deus não é democrático, se Deus fosse requerer governo político/social, não seria uma democracia de jeito nenhum, graças a Deus por isso!
Mas enfim, onde a maioria manda, se a maioria for burra como no caso de países "em desenvolvimento" e países subdesenvolvidos, as chances de escolhas péssimas e irracionais para políticas públicas e qualquer outra coisa são muito maiores, concordam? E de qualquer forma, pessoas burras são facilmente compradas, então acaba que nossa democracia não é bem uma democracia como deveria ser.

Mas não é sobre isso que queria falar. Ser politicamente correto é uma merda. As vezes temos que levantar bandeiras que são utópicas em prol da coletividade, do amor e de qualquer outro motivo, e não me venham com esse papo de que tudo tem um começo e blá blá blá, tem coisas que nunca vão mudar.

Mas que bandeiras utópicas? Um exemplo é o futebol feminino. Quem se interessa por futebol feminino? Talvez algumas mulheres que curtem mulheres, ou alguns homens que têm esperança em ver mulheres bonitas jogando, mas em nome do politicamente correto, o tema é abordado como se fosse interessante, a TV tenta mostrar o futebol feminino como algo realmente interessante, quando é óbvio que nem a TV mesmo gosta.

Outra bandeira utópica que foi levantada é a de igualdade, universalidade e outras "dades" da vida. Alguns que achamos no princípios do SUS. É bonito? Sim, mas é utópico, é só pra inglês ver mesmo. E aí o que acontece? Sempre alguém se estrebucha por seguir a cartilha do politicamente correto.
E vim aqui rir da FIFA. Inventou de deixar um país subdesenvolvido (ou seria em desenvolvimento?) sediar e organizar uma Copa do Mundo. Aliás, não contentes com a cagada que fizeram, deixaram outro país de terceiro mundo sediar a próxima... o Brasil.
Voltando ao caso da África do Sul, pensei nisso pois li essa reportagem aqui. E não é a primeira vez que rola um problema desse nível por lá não, toda hora tem pepino pra resolver. Teve um recentemente sobre o caso dos camelôs, quero só ver o que vai ser quando a Copa começar.
Aliás, pra coroar minha idéia, essa última frase já expressa o que eu quero dizer: - Este é um país democrático e as pessoas têm espaço para reivindicar o que acham justo, com ou sem Copa do Mundo pela frente. Não vamos reprimi-las, apenas esperar que esta questão se resolva rapidamente - afirmou.

Mas agora convenhamos, as chances de problemas parecidos acontecerem num país europeu de primeiro mundo é quase zero. Então porque não deixam as copas por lá mesmo? Mas não, em nome de alguma "dade" eles tem que dar a chance para todos... Então vão nessa e se preparem, porque os mesmos pepinos vão se repetir aqui no Brasil. Aliás, Copa do Mundo e Olimpíadas, eu só quero ver o que vai dar!

Não que eu seja preconceituoso ou qualquer outra coisa que quiserem me acusar, eu sou realista. E como qualquer outra pessoa, também as vezes sou obrigado a agir em prol de alguma "dade". É a vida. Mas as vezes isso é uma merda. É o meu desabafo.



segunda-feira, setembro 14, 2009

Os primeiros...

Gustavo, o co-autor desse pobre blog, se casou no feriado de 7 de setembro... isso me fez entrar num estado de reflexões profundas e vazias. Reflexões que preciso botar pra fora, pois na verdade não tenho um ouvido que queira ouvi-las em sua totalidade.
Na verdade, acho que nem eu tenho saco pra escrever a totalidade dos meus pensamentos, mas como minha mãe mesmo diz que eu sou metido a misterioso, vou matar dois coelhos com uma cajadada só, não me expor 100% e ainda poupar os raros olhos por aqui de textos inúteis muito extensos e íntimos.

O casamento de Gustavo me fez lembrar de toda minha vida amorosa. Mas nem pretendo me alongar sobre isso. Mas como é sabido das moscas frequentadoras desse lugar, eu e ele fazemos aniversário no mesmo dia, e nascemos no mesmo ano, logo, vê-lo casado com 24 anos de idade enquanto eu com a mesma idade não tenho sequer uma pretendente, pelo contrário, hoje cheguei a me apaixonar por 2 estranhas em menos de 5 min de intervalo de tempo.

Mas hoje refleti sobre nossas primeiras vezes. Nós tivemos uma adolescencia muito unida, morávamos perto um do outro e com mais outros garotos, formávamos um grupo formidável e saudável de mais de 7. Passávamos nossas sextas a noite no Hamburguesia jogando papo fora e sonhando sobre nosso futuro. Éramos felizes.

Fomos crescendo e cada um foi dando passos maiores na questão "liberdade". Gustavo sempre foi o mais precoce de todos, ao menos era o que se expunha. Foi o primeiro a colocar brinco, o primeiro a namorar sério, o primeiro a terminar, o primeiro a virar emo, o primeiro a colocar piercing e etc. Eu fui o primeiro a fazer uma tattoo e o primeiro a morar fora do país. E agora o Gustavo foi o primeiro a se casar. Gagau tá quase chegando lá também, mas e eu? Seria eu o primeiro a ficar pra titio?

Existem tantas coisas que em relação a um grupo de pessoas fomos o primeiro a alcança-las. Mas uma coisa que nunca pensamos é na tal da morte. Hoje parei pra pensar, quem será de nós que irá morrer primeiro? Pela lógica apresentada acima arrisco dizer que seria o Gustavo, até porque, sua dieta alimentar aponta para uma breve existência. Mas a morte é uma caixinha de surpresas, como disse o filósofo, ou o jogador de futebol? E engraçado que nesse clima de reflexão sobre morte, meu amistoso chefe soltou "todo mundo quer ir pro céu, mas morrer ninguém quer". Bem, na verdade nao foi engraçado.

E comentando sobre ela, eu não a temo, pelo contrário, já tive muitos momentos em que a via como a única solução. E embora hoje eu ame a vida e amo respirar esse arzinho poluído de Vitória, continuo vendo a morte como um bom começo.
Um dia o filósofo perguntou: A vida é um prelúdio pra morte ou a morte um prelúdio pra vida?
Tá, é óbvio que nenhum filósofo falaria isso, só eu mesmo.

Mas o que eu queria falar na verdade, depois de tantos rodeios, era que, pra mim, a promessa de uma vida eterna depois dessa vida terrena é tão boa, que não me sinto tão apegado as coisas daqui. E por isso encaro a morte como uma porta, um começo. E depois de tantos "o primeiro a..." fico a pensar quem será o primeiro a dormir pra vida e acordar pra eternidade.

domingo, maio 24, 2009

Coisas que só eu...

Estava ali sentado, pensando com meus botões, sobre um comentário dirigido a minha pessa dias atrás, me disseram que era questionador e tinha uma mente muito lógica, que eu precisava ver um sentido em tudo que era me mostrado e gostava de entender tudo, se eu não entendesse eu não ficava satisfeito. Enfim, isso me fez lembrar de um caso, que ao pensar sobre como eu pensava, vejo como eu sou "estranho" em algumas coisas.

Deixe-me explicar, eu tenho uma mania de ficar encucado com coisas que não me fazem sentido, e não importa quanto tempo passar, se me contarem algo ou se ler algo e eu não conseguir ver o sentido ou se eu não consegui entender na hora, isso eventualmente volta ao meu pensamento e eu fico ruminando a questão em si.

Mas o engraçado é que o tempo vai passando e as coisas que aparantemente não faziam sentido ou não eram compreendidas por mim, quando voltam à minha mente eu consigo resolver o mistério.
Mas o pobrema é quando eu vejo que não tem lógica mesmo e a coisa fica ali meio que me perturbando e eu fico pensando "meu Deus, mas que coisa sem noção".

Ilustrarei com dois exemplos:
Semana passada estava na hora da minha leitura diária da Bíblia, quando me lembrei de um fato quando era criança, eu abria a Bíblia e via "Versão Revista e Corrigida", algo assim. Eu entendia o "corrigida" mas o tal de "revista", eu quase morria pra entender, afinal, não fazia sentido nenhum, o que a Bíblia tinha em comum com uma revista? Eu lia o revista e pensava "talvez a Bíblia fosse antes diferente, e aí eles tentaram deixar parecido com modelo de revista pra ficar melhor pra ler". Eu tentava de todos os jeitos criar argumentos lógicos para o "revista" ali e nunca conseguia me convencer. É claro que nessa época eu tinha uns 7 anos, ou até menos. Mas semana passada eu me lembrei disso e tive a revelação, o "revista" significava que ela foi vista novamente, revisada, e então corrigida, como estava escrito, "revista e corrigida".

Agora, o que me inspirou pra escrever tamanho texto foi o de hoje. Nesse caso é o exemplo contrário do que acontece, quando não faz sentido mesmo e pra mim coisas que não fazem sentido não tem graça. Eu não me divirto, por exemplo, com filmes estilo James Bond, onde ele faz coisas que desafiam todos os tipos de leis, leis da física, leis do bom-senso, leis do caramba! hahahahaha, é simplesmente ridículo, minha mente não consegue aceitar esse tipo de coisa, então quando assisto a um filme do tipo, eu fico questionando "olha isso, mas como?".
Mas realmente, sou chato mesmo, mas voltando ao assunto, lembro-me que no ensino fundamental, a tia Keylla sempre passava textos pra gente trabalhar interpretação e aquelas coisas gramaticais que eu me orgulho em não saber nada. E um texto que ficou marcado em minha vida foi o da velhinha com a lambreta. Você conhece essa história? Era o seguinte, havia uma alfândega no meio da estrada, e sempre passava uma velhinha com uma lambreta e um saco de areia, e o policial sempre suspeitava que ela contrabandeava alguma coisa, mas não conseguia descobrir o que era, afinal, era somente ela, a lambreta e um saco de areia. Cansado de para-la e não ter como provar seu ponto, o policial desabafa um dia com ela, foi algo assim:
- Olha minha senhora, eu sei que você está contrabandeando alguma coisa, pode me falar que eu não vou prende-la, deixo você continuar fazendo isso, mas mata a minha curiosidade.
- Você promete não me prender?
- Sim
- É lambreta.

Bom, era uma piadinha bem boba, lembro que na época eu nem tinha noção do que era contrabando, alfândega e etc. Em casa fui perguntar pro meu pai o que era aquilo tudo, mas enfim, por anos eu não conseguia aceitar essa história, haviam muitos absurdos, como por exemplo o final dela, eu lembro que eu pensava "como pode a velha ter contado pra ele e ele ia deixar ela continuar fazendo isso assim? E só porque ele estava curioso ela iria ser tão amável a ponto de se entregar por causa de um capricho do policial?". E juro, essas perguntas me atormentavam, e passavam anos e eu ficava pensando "E como ele não reparava que a lambreta era sempre nova? Será que eram sempre da mesma cor? E se ela contrabandeava lambreta, ela passava de ônibus e voltava de lambreta, será que ele não percebia que sempre a via voltando e não indo? E será que tinham tantos compradores de lambreta assim pra ela estar sempre contrabandeando?". Juro que essas perguntas foram aparecendo em minha cabeça nesses anos todos em que ruminei essa história.

Mas hoje tive a luz final sobre esse caso e encerrei todas minhas ruminações sobre essa história sem noção. Hoje percebi que não existem argumentos lógicos para sustentar essa piada e por isso eu digo que ela não tem graça nenhuma. Hoje eu pensei "Toda vez que ela era parada, ela tinha que mostrar o documento da lambreta, era muito fácil ele saber que ela era contrabandeada, afinal, no mínimo teria documento falsificado".

Pronto, fim da história, um peso de anos saiu das minhas costas e estou tão feliz que quis compartilhar aqui. Bom domingo.

segunda-feira, março 16, 2009

Reflexões ultra-interinas

2 da manhã e meu sono foi embora, resolvi parar pra pensar e escrever tudo o que me vinha a cabeça, afinal, num blog inútil sem pauta como esse, eu faço o que eu quero e estou com vontade de fazer isso. Dá licença? Obrigado. Então, se você realmente se interessa pelo que se passa na mente de um problemático rapaz que fará 24 anos em poucos dias, parabéns, você também têm problemas, mas aí está a compilação de pensamentos que cruzaram meu cérebro nesse momento:
1 - Quanto mais eu reflito sobre tudo na vida, vejo que sou um inútil de marca maior.
2 - Tenho pena dos professores de gramática, terão que reaprender tudo por causa dessas novas regras. Quero só ver a lambança que isso vai trazer para as próximas gerações.
3 - Porque as pessoas transportam para as outras seus conceitos sobre sucesso e felicidade? Afinal, o que é sucesso? Creio ser algo tão íntimo meu que não depende do que você pensa e vice-versa.
4 - Porque pessoas felizes com o que tem são chamadas de acomodadas? Afinal, viver é acumular bens e ganhar mais e mais dinheiro? Concordo que existem pessoas acomodadas, mas existem pessoas que a felicidade não está medida em posse material. São loucos?

sexta-feira, janeiro 16, 2009

F.S.A.Q


2009 chegou, e com ele muitas esperanças, muitos planos, metas e objetivos... o mundo está em crise, o sistema está entrando em crise, o Brasil está entrando em crise... enfim. 2009 promete ser um ano muito sinistro.

Mas junto com tanto pessimismo, não podia faltar as dúvidas vitais para esse ano. Listo-as:

- Aquelas mosquinhas de banheiro, do que elas se alimentam? Qual o sentido da vida delas?
As vezes me pego divagando sobre isso, elas aparecem do nada, ficam ali no Box fazendo nada... Lembro quando era criança, minha diversão era encher a boca de água e tentar acertá-las com um jato, e quando estavam mais baixos, tentava acertá-las com jatos de xixi mesmo... era muito divertido. Eu brincava que era Netuno ou qualquer "deus da água" e tinha por missão destruí-las.

Eu sei que tinha outra pergunta fundamental como essa acima, mas por algum motivo desconhecido, simplesmente a pergunta sumiu. Mas sei que a pergunta compartilhada causa bastante reflexão, quando eu me lembrar da outra, hei de colocar por aqui.

No mais, sejam democráticos.

quinta-feira, dezembro 04, 2008

Fim de ano

Entramos em dezembro, o mês mais melancólico para uns e o mais alegre para outros.
No meu caso ele é um misto dos 2, e nesta manhã de quinta-feira, enquanto eu acabei de estudar para mais uma prova de mecânica 1, fiquei pensando nos motivos que me levam a achar dezembro um mês um pouco down.

Tudo é culpa do clima de férias e consumo que está atrelado a ele: essa pressão ao consumismo desenfreado que as lojas fazem nas propagandas de natal e etc. Você liga a TV e é bombardeado com mil e uma maneiras de pagamento diferentes, só pra você se sentir tentado a comprar. Que coisa mais chata não? Eu acho. E como aqui - pelo menos aqui, o que eu acho é o que importa, eu digo que é chato e se você não concorda o problema é seu.

Outra coisa é a programação de TV, que quando não está passando as mesmas propagandas de sempre, está passando a mesma programação de sempre! São sempre aqueles filmes de natal ridículos. Umas comédias, uns mais românticos, mas sempre aqueles filmes com a Whoopi ou outros atores sumidos hoje em dia. Quem aguenta ver os mesmos filmes todo ano? Vamos inovar aí? Lembra quando passavam - se bobear passam ainda, veremos esse ano - Esqueceram de Mim? Quando você tem 10 anos você curte o filme, aí você faz 11 e curte de novo, 12, 13, 14, aí você repara que tem algo errado: porque sempre o mesmo filme? Sua mente já começa a raciocinar. Então continuamos assistindo ao filme com 15, 16, 17 e aos 23, como estou agora, você já deve saber todas as falas de cor e salteado do filme. No meu caso não é bem verdade porque felizmente não sou um entusiasta da televisão e aos 13 eu parei de assistir aos "especiais de natal", que aliás, porque se chamam especial? Só se for pelo retardo...

Ainda temos os telejornais sempre com retrospectivas enfadonhas. Quem quer ficar revendo as tragédias do ano? Mas será que só eu? E as vinhetas demagógicas? Putz. A Globo é mestre nisso!
Vou nem perder meu tempo discorrendo sobre ela. E a internet? Enquetes e mais enquetes estúpidas: Vote no crime do ano! Qual foi o famoso que mais causou em 2008? E o nível só vai baixando... c'est la vie.

No mais, o que eu posso dizer... hmmm... "Fique com o troco, seu animal!"

quarta-feira, novembro 26, 2008

Arrulhando coisas sem sentido

Estava eu a arrulhar numa conversa de MSN:
É engraçado como nossos sonhos vão embora enquanto vamos crescendo. Eu não quero mais ser um astronauta... só quero dinheiro. As obrigações do dia-a-dia me fizeram um homem, mas se eu ainda quiser ser um astronauta, não é tarde demais.
Mas tudo bem, quem sou eu ou você pra dizer o que é certo ou errado? Você sente isso também?

Sabe o que me deixa "indignado", é que enquanto vamos crescendo, vamos aprendendo que as coisas não são tão simples quanto nos disseram que eram. Como assim? Assim, eu lembro que aprendi em Ciências quando estava no jardim II que a terra era redonda, e assim ela foi redonda em minha mente até a quinta série, quando aprendi que ela era achatada nos pólos, ou seja, ela não era tão redonda assim.
Depois aprendi que ela era um Geóide na faculdade, não fazia apenas 2 movimentos (translação e rotação) e sim mais de 15...

Poxa, porque mentiram minha infância toda? Isso é frustrante! Igual com história, eu até hoje me lembro da "linha da história" que a professora da quarta série fazia: antes da primeira carta escrita aqui no Brasil por Pero Vaz de Caminha, tinhamos a pré-história. Isso eu nunca compreendi bem, eu ficava pensando "Como assim pré-história? Dinossauros? Homem das cavernas?" - Desde aquela época já tinha um espírito um pouco questionador, só um pouco.

E juro que essas lembranças me incomodaram por muito tempo, até pouco tempo atrás, quando eu lembro disso eu fico pensando, "mas como ela dizia isso? será que ela dizia que era pré-história por não nos interessar?" provavelmente sim, mas isso eu não lembro.

Coisas que eu sempre quis desabafar mas que nunca tinha pra quem falar, agora eu falo pra você, blogger.com, meu companheiro ouvido fiel, que nunca reclama do que estou falando e está sempre de ouvidos abertos para o que eu quiser falar.

quinta-feira, agosto 21, 2008

Tadeu, Tadeu...

Caminhando pela Califórnia capixaba dias atrás, me deparo com algo que me deixou estarrecido!
Vejo que Tadeu, ex vocalista da banda The Covers, uma bandinha da igreja batista daqui de Jardim Camburi, se candidatou a vereador pelo Psol.

Queria te perguntar: Você se leva a sério Tadeu?
E aquele escândalo sobre seu suposto emprego de motorista na PMV? Você tá chamando o eleitorado capixaba de burro? Tá me chamando de cabaço?
O que mais me assusta é que se ele ganhar, ele terá razão!
Pelo menos eu não sou.
Tadeu não!

quarta-feira, maio 28, 2008

Comida

Não que minha alimentação seja a mais saudável, mas creio que não é a pior que tem. De qualquer forma, notei que nos almoços nas últimas semanas não estava um dos principais pratos da minha base do almoço: o brócolis.

E hoje enquanto alimentava minha doce jabuti com alface pensei justamente nisso. Já ia reclamar com minha mãe quando vi o brócolis na panela. Foi um momento mágico, cravei com força a unha do meu indicador na raiz da unha do polegar tentando inutilmente conter o choro, como diria Mr Manson. Mas tudo bem, brócolis é gostoso, estava sentindo falta.

Numa conversa serelepe com minha mãe, ela comentou que não havia mais brócolis nas feiras e nem nos super-mercados. Que ontem ela encontrou por acaso e comprou. E isso me fez pensar, o que houve para o abastecimento de brócolis ser interrompido do nada?

Esses tipos de questionamento que não sabemos nem pra quem perguntar são os piores, não é mesmo? (Embora eu não me importe se você concorda ou não comigo). Sim são.

quinta-feira, maio 01, 2008

Dúvidas minhas


Como todos sabem e já devem estar acostumados, eu sou uma pessoa que possui muitos questionamentos em minha mente. Vivo questionando as coisas, desde as mais pequenas até as "mais grandes". Lembro que meu pai tinha uma palavra pra esse meu comportamento, me chamava de altercador, mas isso não vem ao caso agora. Acho que no fundo eu queria entender todo o processo no lugar de acatar ordens sem explicações, mas meu pai não entendia isso. Talvez meu espírito de engenheiro estava se manifestando ali, nos pequenos questionamentos da vida. Enfim, cresci assim e até hoje tenho muitas questões vitais para poder viver melhor:

- Se entre 2 números temos infinitos números, como podemos chegar no outro? Como passamos do infinito e chegamos no fim dele, que seria o próximo número?

E a mais vital de todas acontece sempre que estou no ônibus e sobra lugar do meu lado. Porque as vezes as pessoas preferem ficar em pé, e muitas vezes em pé na minha frente, ao invés de sentarem ao meu lado? Será que sou tão asqueroso assim?
Não consigo entender isso. E tenho que confessar, dói meu coração sempre que isso acontece, ainda mais quando a pessoa em questão é uma moça atraente.

Enfim, coisas que entenderemos apenas quando morrermos e os mistérios da vida nos serem revelados. Assim creio eu.

quarta-feira, março 12, 2008

Aprendizado

A vida acadêmica é muito singular, as vezes aprendemos coisas além do que estudamos em nossos cursos que vamos carregar para vida toda.
Fora as questões vitais que nos cortam o pensamento enquanto estamos sentados em sala.

Numa bela manhã ensolarada numa belíssima aula de Estatística, eis que tenho a revelação que por enquanto ouso dizer ser uma das maiores que já tive. Alguma vez você se perguntou o que basicamente você é? Eu já me perguntei as vezes, e aliás, vivo perguntando, qual o sentido da vida e qual meu papel?

Eis que meu professor de estatística, exemplificando as informações que podemos agregar a um exemplo, soltou uma máxima meio que num momento em que ele refletia com ele mesmo:

- Hoje somos apenas matrizes.

Quem faz ou fez estatística consegue compreender o significado profundo dessa oração.

segunda-feira, março 03, 2008

América Latrina

Não gosto de ficar discutindo política, quanto mais política internacional, mas aconteceram tantas coisas nesse final de semana que preciso expor a opinião superficial que tenho sobre os acontecimentos.

Bem resumidamente, assistimos ao anúncio da morte de guerrilheiros da Farc por militares da Colômbia. Mas isso ocorreu em solo Equatoriano. Aí começou o stress entre e esses países de merda da América do Cu. Fim do resumo.

Mas o pior dessa história é assistir ao Hugo Chávez dando uma de amiguinho do eCUador e hostilizando a CUlômbia, mandando fechar a embaixada no país dele, mobilizando tanques para a fronteira e etc. Isso como se a CUlômbia tivesse algum interesse em invadir a Merdezuela. Pior é afirmar que pode ser o começo de uma guerra na América do Cu. Primeiro, o que aconteceu foi entre eCUador e CUlômbia, duvido muito que o eCUador tenha algum interesse em guerra, mas pra que o Hugo Chávez tem que se meter? E ainda ficar falando mal do presidente da CUlômbia porque supostamente ele está do lado dos EUA?

Chávez é um verdadeiro babaca que não aceita os pensamentos diferentes do dele e quer se levantar como um guru para nossa América Latrina. Como o presidente da CUlômbia adota uma suposta política de amizade com os imperialistas norte-americanos, temos que ler as asneiras que esse projeto de ditador solta para a imprensa. Mas nem vou me estender nesse assunto.

No meu íntimo desejaria que houvesse uma guerra entre Merdezuela, eCUador e CUlômbia, e claro, que o Brasil estivesse do lado da CUlômbia e arregassasse com esses outros países. Nada contra o eCUador e confio no bom-senso deles, mas Chávez é doido e ele merece um "pára-te quieto".

Será que teremos uma semana de tensões? E o Brasil? Como nosso governo vai se pronunciar? Somos o maior país dessa bosta de continente, Lula devia ter mais ambições e mostrar quem está no comando dessa fossa.

Pra quem quer ler as asneiras de Chávez, aqui está.

terça-feira, fevereiro 26, 2008

E se...

Alguns dias atrás tive o prazer de expor o íntimo do meu íntimo e me questionar se era ou não estranho. Mas acordei pensando hoje e vi que não estava tão completo assim. Não são apenas momentos de embaraço que me afligem. Sabe o que é tenso? É quando nasce nos pensamentos as probabilidades.

As vezes estou lá tranquilo e de repente eu penso: e se eu tivesse feito desse jeito? E minha mente fica nesse lenga-lenga por vários minutos e não bastando isso, sempre tenho a certeza de que o que fiz foi a pior escolha. Os "E se..." me matam. Eu praticamente me encolho em posição fetal quando eles aparecem na minha cabeça, de tão fortes que são ou de tão anta que sou por sempre fazer merda.

Mas pra terminar com chave de ouro e que não poderia faltar são os arrependimentos do que eu NÃO fiz. Acho que é o pior tipo de arrependimento, porque aquela chance que tive nunca mais vai voltar. E só de escrever isso sinto a lágrima brotando em meu olho enquanto algumas memórias gentilmente me vêm a cabeça e mais parecem um peso de 20kg nos meus ombros. Aquela voz escrota que fica dizendo "porque você não fez isso?", "você devia ter feito desse jeito".
É uma megera parida de uma rapariga.

E no final da festa sabe o que acontece? Eu não mudo e continuo a mesma pessoa.

terça-feira, fevereiro 19, 2008

Hipocrisias

Quando estava no terceirão, ou terceiro ano do segundo grau, tive uma professora de redação muito distinta - para não dizer doida. Ela tinha o cabelo pintado em 3 cores, um senso de humor apurado e um corpo magrelo e contorcido estranho de se ver.
Ela gostava de nos incitar a pensar, aliás, tiro meu chapéu pra ela, com aquela idade aguentar uma turma de quase 100 alunos nas idades de 17 a 19 anos não deve ser nada fácil, um bando de crianças que se acham adultas com os hormônios a todo vapor e com um senso crítico ridículo mas pensam que são intelectuais.

De qualquer forma, resumidamente ela perguntou para a turma após uma discussão sobre a ética e a moral dos nossos políticos quem achava que existiam pessoas que não são corruptíveis, ou seja, que não se deixam vender. Uma gigante parte da sala levantou a mão, e aí ela perguntou quem achava que isso era mentira e que todos tinham seu preço, só precisamos de tempo para descobri-los. Eu levantei a mão, sozinho.

Foi quando ela virou pra mim e perguntou: Então todo homem possui seu preço? E a resposta foi um sim. Ela me falou algo que não esqueci: Quando um irmão faz algo de errado e ele te diz 'não conte pra papai que te dou minha mesada' e aí você não conta, não é assim? Isso não é corrupção?
Isso calou a boca das patricinhas que sentavam lá atrás e que provavelmente hoje são as que tem o preço mais baixo: só chegar de carro que as "portas" se abrem... mas deixemos isso pra mais tarde.

Sempre fui muito cético quando se trata de sentimentos, não acredito piamente no que os outros dizem que sentem. Não que eu tenha sido criado com indiferença e falta de amor, mas é algo que eu sempre tive.
Um exemplo tosco mas que ilustra bem é quando uma criança recém-nascida é apresentada a alguém e esse vira e diz "que coisa linda!" quando na verdade essa criança só sabe babar, parece mais um repolho de tantas rugas e sinceramente, não é nada bonito, afinal, existe recém-nascido bonito? Todos tem a mesma cara! Eu simplesmente não acredito.

E dei essa volta toda para falar de como nós, seres-humanos, somos hipócritas. Quem gosta de guerra? A maioria das pessoas dizem que não, mas isso é verdade? Não acredito em ativistas pela paz, aposto que eles adorariam ver os grandes generais queimados numa praça. Todos amam ver seus inimigos na pior, e não estou generalizando. E por que estou falando disso? Sei lá, pareceu mais profundo em minha mente, mas já que está aqui. Boa terça.

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Entranhas

As vezes eu sou estranho.

Por mais estranha que possa soar essa afirmação, ela é verdadeira. Sei que sou estranho aos olhos de uma pessoa normal, mas isso pouco importa. O que quero dizer é que as vezes sou estranho aos meus olhos. Será que é só comigo que alguns erros, momentos constrangedores e coisas do nível resolvem brotar em meio a pensamentos em momentos de pura distração? Sometimes very often estou chegando da UFES, do estágio ou qualquer lugar que seja e ao saltar do ônibus e andar o pedaço de caminho entre o ponto e meu lar, minha mente entra em um estado de "vazio" total. E é nisso que mora o perigo. Ao me desligar de tudo, parece que me ligo aos "problemas". Estou eu a caminhar quando de repente aquela cena embaraçosa que protagonizei numa festa me vem a mente, ou a merda que fiz há bons anos atrás brota e se não bastasse isso, ficam me martelando! Será que é só comigo? Porque elas fazem isso?

E aí que vem a parte estranha, eu literalmente tento fugir de mim. Saio correndo achando que posso fugir de minha mente, mas é em vão. Enquanto corro falo algo comigo mesmo, como um "não!" e coisas do tipo e continuo a correr. Isso não é estranho? Se memórias ruins aparecendo de vez em quando nas mentes espalhadas pelo mundo for normal, é normal sair correndo ou gritar algo? Uma vez eu saí correndo com tanta força, que parei e pensei, "O que você tá fazendo imbecil?". Mas no exato segundo em que a porcaria do pensamento veio me irritar, é tão insuportável que correr é o instinto básico que me ocorre.

E a angústia? Aquela sensação de "puta merda, mas que bosta que eu fiz!". Sinto como se minha cabeça pesasse bons kilos. Essa sensação é devastadora, e o que eu faço? Caretas. Ou seja, saio correndo, falo sozinho e ainda faço cara feia, isso ainda quando não tento socar o ar, como se ali estivesse minha mente. Fora a raiva de mim mesmo que sinto no momento, vontade de me socar por ter feito a merda sobre a qual estava pensando.

Será que sou estranho mesmo ou isso é normal? E porque ninguém fala sobre isso? Devo estar reflexivo demais.

terça-feira, janeiro 29, 2008

O Segredo

Esses dias conversando com minha colega estagiária do Laboratório de Fisico-química paramos sobre o tema Livros. Ela me dizendo que adorava ler, minhas sobrancelhas até se levantaram e fiz a pergunta: O que você está lendo?
Ela em um tom serelepe disse que estava lendo dois livros espíritas e mais um.

Pausa: Livros espíritas, alguém aqui já teve a oportunidade de ler um? Para mim a maior característica de um livro espírita é a riqueza do "portugueis" que é usado. É de uma riqueza incontestável. Fora a viagem que é acreditar que um morto possa escrever de graça lições para ajudar as pessoas. Pessoas que tiveram uma vida ruim aqui e que agora no além, por puro autruísmo, vão localizar um médium para através dele deixar boas lições pras pessoas. Eu tive a oportunidade de folhear um sobre uma menina que se suicidou, e ela falava sobre como é a "vida" dela agora. Que ela sempre foi católica e que achava que iria pro inferno e queria mostrar que não era bem daquele jeito e esclarecer as dúvidas das pessoas sobre suicídio. Mas de qualquer forma, não vou discutir religião aqui, cada qual com a sua.

Bom, engoli seco e perguntei qual era o terceiro livro que ela estaria lendo. Ela me disse sem titubear "O Segredo".
Antes desse livro bombardear todas as livrarias de Vitória (e quem sabe do Brasil), eu tive a chance de assistir ao filme. E logo depois essa coisa virou um tremendo sucesso por aqui. Trocentos mil livros contando o Segredo, a Lei da Atração, e de repente, trocentos anônimos discursam sobre como aplicar, como viver, como lamber, como comer o segredo, como qualquer coisa!
Eu como não quero ficar de fora dessa, vim aqui ser o milionésimo autor desvendar o segredo dO Segredo! Pensei, refleti e resolvi passar isso adiante. O Universo agora fala por mim.

O segredo dO Segredo é: O Segredo! Sacaram?
Não? Explicar-me-ei. Tudo que girar em torno dO Segredo é o que prospera. Afinal, quantas pessoas estão tentando aplicar a técnica do pensamento posivito e não estão tendo resultados? Mas perceberam que de repente milhões de autores que escrevem sobre O Segredo estão vendendo como água? Eles logicamente dirão que O Segredo funcionou na vida deles! Ou seja, tudo que envolver O Segredo será positivo e bom! É mais do que óbvio! O mais lindo dO Segredo é que ele diz que, se você estiver com pensamentos positivos e nada tá acontecendo de bom e sua "fé" se abala, porque é óbvio que você não é otário, ele diz que você é otário! Que você deve sempre persistir, que a culpa é toda sua! Que quando você duvida, você praticamente anula a Lei da Atração, aliás, não anula, mas "muda o polo", você puxa coisas negativas. Afinal, a Lei da Atração é uma bela de uma sacana! hahahahaha


Deixarei uma frase retirada dos Malvados para refletirmos: Só os desarmados querem o debate.

segunda-feira, janeiro 21, 2008

F.S.A.Q

Frequent Stupid Asked Questions

Parece que as pessoas gostam de me fazer perguntas idiotas, não sei, acho que está na minha cara. Será que sou convidativo a essas perguntas? Ou pior, será que tenho cara de idiota?
Este é um desabafo que não sei se já fiz antes, mas se fiz ou não, pouco importa agora.

A pergunta campeã que mais me fazem eu acho até que já comentei aqui, é pelo fato de ter irmão gêmeo, onde pessoas me perguntam se a gente sente o que o outro está sentindo. Ou se conversamos por telepatia. Embora eu e meu irmão já tivemos um momento em que conversamos por telepatia, nunca senti um possível chute que ele tenha tomado, ou nunca fiquei bêbado enquanto ele bebesse, nem senti um orgamo, enfim.

Mas a pergunta idiota que gostaria de contar se deu numa terça a noite na praia de Camburi. Assistindo a uma boa apresentação de chorinho, grupo Canela Verde - enfim, algo bom de Vila Velha por incrível que pareça.
Impelido pelo fato de ter apenas almoçado naquele dia e as horas já marcavam além de 19h, fui comer uma batatinha frita numa tenda armada por ali. Meu visual normal é minha boina e meu óculos redondo de grau, coisa normal já. Percebi uma agitação estranha no vendedor, um rapazote de uns 17 anos. Uma agitação que eu traduziria como homossexualismo.
Ao me despedir, o garoto não se aguentou e soltou a pergunta idiota que lhes gostaria de dizer:

- Ei, você também gosta de Harry Potter?
- Ahn?
- Harry Potter, o maguinho serelepe amigo de todos.
- Não! Por que?
- Seu óculos... é igual ao dele.
- Não meu filho, se fosse pra exprimir meu afeto por alguém, seria pelo Liam Gallagher ou John Lennon.
- Aaah.... - com o semblante caído.

E saí pensando, é engraçado como as vezes as pessoas só querem ser simpáticas e acabam cagando pela boca.


quarta-feira, janeiro 16, 2008

Habilidades

As vezes no silêncio da madrugada, quando minha insônia me ataca, fico pensando na minha existência e no sentido dela. Fico pensando no que sou bom, quais minhas habilidades. Nesse tempo, enquanto meus pensamentos me bombardeiam, eu fico jogando um jogo que por muitos usuários do windows é ignorado. Todos sabem jogar Paciência, mas poucos são os que se aventuram pelo FreeCell. Só porque ele é "complicado", mas na verdade ele não é, ele só parece. Que nem o Denorex, que tem nome, cor e cheiro de remédio mas não é.
O FreeCell é uma verdadeira máquina de distração, e é meu remédio contra a insônia, boto minha cabeça para pensar e quem sabe assim a deixar cansada.

Bom, nesse ínterim eu percebi que eu tenho uma habilidade. Logo eu que ficava pensando além de muitas outras coisas, em que eu sou realmente bom. Então é isso, vou compartilhar com vocês meu orgulho.



Mas acho que preferia ser interessante ao invés de bom nisso.

terça-feira, janeiro 15, 2008

Abandono(?)

Quase uma semana sem nada que preste - não que tenha prestado alguma vez - por simples falta de inspiração, motivação e criatividade. Então para quebrar esse tempo de gelo deixo aqui uma tirinha. Afinal, com essa nossa abstinência, muitas pessoas estão desesperadas por não terem o que ler para alegrar-lhes o dia.

Mas antes gostaria de discursar sobre os problemas da febre amarela no Brasil. Zueira. Na verdade eu gostaria de ter o que discursar, mas depois do fiasco que foram as previsões catastróficas sobre a gripe aviária me desanimei em acompanhar esses assuntos. Mas as coisas parecem estar feias né? É culpa do fim da CPMF, a queremos de volta! Hahahaha!

Tive o prazer de terminar mais um livro do Dostoiévski, o famoso Crime e Castigo, e com essa leitura a minha vontade de escrever um livro só aumentou. Aliás, aumentou também depois que em uma conversa de buteco, meu companheiro Cavatti revelou que estava escrevendo um. Queria ser um poeta também. Então gostaria de salientar que logo logo começarei a escrever sobre algo que edificará nos corações terrenos tamanha... bom, é tão "tamanha" que não consigo expressar.

Last but not least, gostaria de deixar uma pergunta no ar: porque a banda Catedral ao criar capas escolhe simplesmente a de pior gosto? Será que eles se esquecem de que nessa era digital e globalizada onde a pirataria rola solta, só pessoas honestas como eu ainda sentem vontade de comprar um álbum original? E assim, ao menos devia se ter o cuidado de caprichar na arte do mesmo né? Para assim despertar o ínfimo desejo das pessoas em comprarem o original ao invés de baixarem pelo convidativo emule. Será que eu sou muito lógico e/ou cri-cri?
Aliás, lembro-me de quando era criança que não entendia o significado desse "e/ou" mas nunca tinha a coragem de pedir para alguém me explicar. Quando crianças temos atitudes que ferem a lógica e a razão, mas o que poderia fazer? Sempre fui muito tímido e ansioso, mas quem consegue mudar a si mesmo?

Bom, enfim a tirinha prometida e o que realmente interessa. Bom resto de semana.


Funcionou comigo.

segunda-feira, dezembro 17, 2007

Pensamentos Soltos

O legal de se ter um blog, é que posso escrever o que eu quiser, sem ter quem censurar.