sábado, maio 31, 2008
quarta-feira, maio 28, 2008
Comida
E hoje enquanto alimentava minha doce jabuti com alface pensei justamente nisso. Já ia reclamar com minha mãe quando vi o brócolis na panela. Foi um momento mágico, cravei com força a unha do meu indicador na raiz da unha do polegar tentando inutilmente conter o choro, como diria Mr Manson. Mas tudo bem, brócolis é gostoso, estava sentindo falta.
Numa conversa serelepe com minha mãe, ela comentou que não havia mais brócolis nas feiras e nem nos super-mercados. Que ontem ela encontrou por acaso e comprou. E isso me fez pensar, o que houve para o abastecimento de brócolis ser interrompido do nada?
Esses tipos de questionamento que não sabemos nem pra quem perguntar são os piores, não é mesmo? (Embora eu não me importe se você concorda ou não comigo). Sim são.
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Luquinhas
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11:13 AM
domingo, maio 25, 2008
(des)memórias
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Luquinhas
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10:27 PM
sexta-feira, maio 23, 2008
quinta-feira, maio 22, 2008
Reflexões de Praia 3
O que seria destruir sua vida?
Ignorar tudo que você aprendeu e viveu até determinada época de sua vida, e mergulhar no mundo das drogas? Ou abandonar uma família com 3 filhos e uma esposa, perder todos os amigos, queimar uma imagem criada ao longo de sua caminhada cristã, por causa de uma amante de 25 anos?
No final o que vale? Seus bens adquiridos? Seu emprego?
Um pode virar um viciado, e ao invés de todas as glórias previstas a ele, vai findar seus dias numa clínica de recuperação, sob o olhar de todos os que um dia o avisaram a mudar seus caminhos, ele apenas não vai percorrer o caminho de sucesso que todos esperavam...
Mas e o outro? Como se findará seus dias? Com dinheiro, emprego, uma outra mulher, e o que mais? O que importa no final? O que estava certo? Terá paz? Alegria? A bíblia é válida?
Um se destruiu precocemente, e o outro depois de ter "ganho" a vida.
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Titizoca
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3:47 PM
quarta-feira, maio 14, 2008
Hurt
E mesmo que você tenha me machucado como ninguém jamais conseguiu, eu jamais te machucaria.
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Luquinhas
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4:25 AM
quinta-feira, maio 01, 2008
Dúvidas minhas
Como todos sabem e já devem estar acostumados, eu sou uma pessoa que possui muitos questionamentos em minha mente. Vivo questionando as coisas, desde as mais pequenas até as "mais grandes". Lembro que meu pai tinha uma palavra pra esse meu comportamento, me chamava de altercador, mas isso não vem ao caso agora. Acho que no fundo eu queria entender todo o processo no lugar de acatar ordens sem explicações, mas meu pai não entendia isso. Talvez meu espírito de engenheiro estava se manifestando ali, nos pequenos questionamentos da vida. Enfim, cresci assim e até hoje tenho muitas questões vitais para poder viver melhor:
- Se entre 2 números temos infinitos números, como podemos chegar no outro? Como passamos do infinito e chegamos no fim dele, que seria o próximo número?
E a mais vital de todas acontece sempre que estou no ônibus e sobra lugar do meu lado. Porque as vezes as pessoas preferem ficar em pé, e muitas vezes em pé na minha frente, ao invés de sentarem ao meu lado? Será que sou tão asqueroso assim?
Não consigo entender isso. E tenho que confessar, dói meu coração sempre que isso acontece, ainda mais quando a pessoa em questão é uma moça atraente.
Enfim, coisas que entenderemos apenas quando morrermos e os mistérios da vida nos serem revelados. Assim creio eu.
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Luquinhas
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1:47 AM
terça-feira, abril 29, 2008
segunda-feira, abril 28, 2008
Teste
********
Update: Sim foi em vão, ainda para comentar é necessário clicar no título do post, e aí sim aparece o link para o comentário. Se alguém quiser tentar arrumar, só deixar um recado.
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Luquinhas
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2:45 AM
Reflexões de Praia 2
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Titizoca
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12:45 AM
terça-feira, abril 22, 2008
SPI
Visite aqui e aprenda sobre mais uma das mazelas de que sou acometido.
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Luquinhas
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7:03 PM
quarta-feira, abril 16, 2008
Cabrini
No wikipedia todos querem mostrar os deslizes do pobre viciado. Nós somos demais mesmo. Até nos prêmios? Resta saber se ele vai passar um tempo enjaulado e aproveitar para nos brindar com alguma matéria campeã.
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Luquinhas
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12:22 AM
terça-feira, abril 15, 2008
Emoções
Voltando do estágio, peguei o Zoocol 505, liguei meu querido Zune, me embalei no som e fui naquele estado letárgico sonhando acordado em chegar em casa. "De repentemente" o ônibus é obrigado a parar, policiais ordenam que ele pare e o motorista prontamente obedece. Entram meio perturbados, dava para perceber a ansiedade deles, e ficam olhando pras pessoas. Revistam um aqui, outro acolá e acabam liberando o ônibus pois não acharam ninguém.
Foi nesse ínterim que minha mente viajou e lembrei de muitas coisas.
Quando os policiais entraram, reparei nos potenciais suspeitos, e tive uma pequena surpresa desagradável: no fundo do ônibus só tinha marmanjo com cara de bandido! Pra piorar o cara sentado ao meu lado começa a roer unha num claro sinal de nervosismo com a presença dos policiais. Já fui encomendando minha alma pra Deus, afinal, o policial ansioso com a mão na arma, um cara nervoso do meu lado e sabe lá o que ele poderia fazer. Sem contar com a pseud0-quadrilha no fundo do ônibus. Muitas variáveis para um resultado bem previsível. Então já estava me preparando pro final. hahaha.
Isso me fez lembrar de quando estava nos EUA. Há poucos dias se completaram um ano que voltei de lá e já estava relembrando algumas coisas, hoje um episódio curioso me veio à mente, ele ocorreu em fevereiro enquanto acompanhava a minha ex-companheira para o aeroporto, ela estava voltando para o Brasil e eu fui junto até o aeroporto para dar tchau e etc.
O clima nos EUA quanto a ameaças terroristas ainda não é de tranquilidade, ano passado muito menos. Bom, pra encurtar a história, eis que o alarme anti-terrorismo ou incêndio começa a tocar dentro do aeroporto. Luzes fortes piscavam nas paredes, mensagens em inglês que infelizmente no momento não recordo se diziam para procurarmos a saída ou outra coisa ficavam se repetindo pelas caixas de som. E esse alarme ficou muito tempo ligado, alguma coisa deve ter acontecido, e as pessoas como reagiram? Não reagiram, continuavam como se nada estivesse acontecendo.
E foi assim no ônibus de hoje, a polícia ali apreensiva, e as pessoas em volta nem ligando, como se não importasse estar sentado próximo a um procurado. Será que sou tão paranóico?
Quando cheguei no meu ponto tive uma surpresinha, os policiais não se deram por vencidos e foram acompanhando o ônibus o tempo todo. Aí lembrei das emoções que a SBT me proporcionava quando era criança, quando eu assistia ao Aqui Agora. Foram anos de puro entretenimento.
No mais, escrevo muito mesmo. Democrático.
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Luquinhas
às
9:28 PM
segunda-feira, abril 14, 2008
Involução - parte 1
Então, depois da doce ilusão de que estava bem aceito no grupo do laboratório veio a arrebatadora realidade para extinguir de vez meus coloridos sonhos de harmonia e amizade. E como dói. hahahah.
Anyways, tudo começou dias depois da experiência de jogar com eles. Lá estava eu fazendo meu duro trabalho de estagiário, lavando trocentos tubos, quando percebo um "tititi" proveniente de uma sala repleta de mulheres. Até aí normal, afinal, só tem mulher por ali e já estou acostumado com risadinhas, comentários sobre receitas e etc. Mas para minha surpresa a sala estava com a porta fechada dessa vez, ou seja, eu não podia participar. Uma lágrima brotou do meu olho direito mas segurei firme e continuei lavando os tubos. Quando terminei me peguei sozinho ali, naquele cheiroso e frio laboratório, com um doce som de fundo de muitas risadas e etc. Fui para o "hall de entrada" para tomar um ar quente, afinal, aquele gélido ambiente deixou meu coração carente por calor humano, calor que poderia ser facilmente encontrado se ao menos pudesse atravessar aquela porta. Mas não podia.
Mas quando eu digo "realidade arrebatadora" é isso mesmo que eu quero dizer. Enquanto estava aquecendo meu pobre coração, a porta se abriu e pra minha surpresa todas vieram pra fora, com aqueles sorrisos estampados no rosto, olhos brilhando de felicidade e esses sintomas perceptíveis de alegria. Na hora imaginei: é a hora do café. Fiquei ali parado na porta enquanto passavam por mim esperando inutilmente para ser convidado a tomar café. Passaram por mim como se eu não existisse, como se nunca tivéssemos feito planos sobre ficarmos ricos ganhando na quina, como se não existisse nada entre a gente. Simplesmente me driblaram e se dirigiram ao refeitório.
Resumindo a história, essa foi minha primeira desilusão ali no laboratório. Outras aconteceram mas não doeram, afinal, já sei o que esperar de lá. No mais, boa semana.
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Luquinhas
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12:34 PM
terça-feira, abril 08, 2008
Evolução - parte 2
Após a descrição de um dia bem descontraído lá no meu laboratório, eis que um outro dia descontraído se aproxima para aumentar de vez com a minha tese da Evolução. Embora nesse exato momento eu já a tenha refutado, vou apenas relatar os acontecimentos para arquivar um pouco sobre o extenso mundo dos meus sentimentos e idéias.
Eis que entro pela porta de vidro e me deparo com os coordenadores, serventes, técnicos e etc. sentados no "hall" de entrada:
- Hé hé hé, está sem luz! Não dá pra fazer nada ainda. hé hé hé (minha chefe)
- Poxa que pena. Queria tanto trabalhar hoje. Minha resposta irônica.
- Hé hé hé.
Nesse vai e vem de conversa mole, vem à tona a idéia de apostarmos todos na Quina, numa espécie de bolão, se ganhássemos iríamos dividir o prêmio entre os apostadores. Assim percebi que estava começando a fazer parte do grupo, afinal, estavam me chamando para participar do grupinho de apostas! Lembro bem quando vi no historico aquele link para o jogo do bicho, e ali estava eu sendo convidado a entrar pro mundo emocionante da jogatina!
Nao hesitei e apostei com eles na esperança de ganhar muito dinheiro e encerrar minha vida de estudos. Claro que foi uma linda utopia que durou por menos de 24h, quando no outro dia percebemos que não ganhamos nada. Mas algo em mim tinha mudado, senti que estava sendo mais incluído no grupo, sendo querido! hahahahhaha.
Bom, essa doce ilusão demorou apenas o tempo para eu contar essa história, hoje percebo que não faço tanta parte do grupo assim, mas contarei isso na nova "série": involução.
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Luquinhas
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10:20 PM
sexta-feira, abril 04, 2008
E que...
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Pedro Motta
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12:41 PM
domingo, março 30, 2008
Evolução - parte 1
Pouco tempo se passou mas os laços se estreitaram rápido, creio que fui aceito pelo grupo. Digo que fui aceito pois, após 2 meses, minha chefe compartilha comigo quando está navegando sobre sites de receitas. Tudo começou quando ela e a técnica tentavam traduzir um site de receitas em inglês e se esbarraram em palavras italianas, prosciutto cotto. E lá estavam as duas querendo descobrir o que poderia ser prosciutto cotto. Risadas vão, risadas vem, eis que termino eficientemente as lavagens de tubos e entro na sala delas pra interagir e descobrir o motivo de tantas risadinhas. Descubro que era por causa de receitas e elas logo me passam a batata quente, o que era prosciutto cotto.
Como iluminado que sou, logo falei: Não sei, porque não perguntamos pro Google? Ele sabe tudo.
Os olhos da minha chefe se iluminaram:
- É verdade! Já ia me esquecendo dele. Nossa, como é fantástico o Google.
- E não é? repliquei.
- Nossa é bom mesmo, tão bom quanto navegar por blogs de receitas.
- Exatamente o que estava pensando!
Bom, para meu desapontamento momentâneo ela vai e digita "definir prosciutto cotto", não preciso dizer que nada foi definido né? Com minha calma, paciência e habilidade para não mostrá-la que ela não sabia nem como procurar no Google, sugeri de jeito maroto como quem não quer nada: Ah, se não deu assim, porque não tenta sem o definir? Talvez apareça mais coisas.
Dito e feito, apareceu muitas coisas, mas nada que pudesse nos dar uma luz, numa rápida olhada, a técnica descobriu que cotto significava cozido. E depois ela percebeu que se tratava de presunto, ou seja, prosciutto era presunto. Mas precisávamos daquela prova real, saca? Embora ficamos todos eufóricos com a descoberta, ainda ficou aquele pontinho de dúvida, eu prontamente emendei:
- Clica ali no imagens pra ver se é mesmo.
- É verdade! Adoro gente assim, que sabe como fazer as coisas, decididas.
- UHUL! - pensei comigo mesmo.
E lá estava imagens de belos presuntos. Congratulei a técnica por sua descoberta e nisso ficamos todos rindo alegres e contentes por descobrirmos mais um segredo vital para nossa vida. E eu ri de verdade, por estar rindo com elas por descobrir que prosciutto se tratava de presunto, porque naquele exato momento eu pensei que deveria escrever sobre ele aqui. E nesse mesmo momento caiu uma lágrima do meu olho direito. E eu ria e ria mais ainda, por estar pensando em escrever aqui e por estar chorando de rir. Foi um momento mágico, que me fez perceber o que eu comecei escrevendo por aqui, que após 2 meses, eu já estava até opinando sobre receitas - depois disso ficamos lá vendo outras receitas em outros sites, até que minha mente não aguentou mais e eu tive que sair pra rir e contar pra outra técnica do outro laboratório.
Não percam a segunda parte dessa mini-epopéia.
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Luquinhas
às
2:13 AM
sexta-feira, março 28, 2008
Pensando...
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Titizoca
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1:55 PM
quarta-feira, março 26, 2008
Google Fela
Existem tipos de moralistas que todos detestamos, algumas pessoas são moralistas mas possuem no seu coração a vontade de fazerem o melhor, logo, elas são toleradas. Mas todos somos um pouco moralistas, Oscar Wilde diz que somos moralistas com aqueles que antipatizamos. Isso é uma verdade, pelo menos acontece comigo.
Mas quando somos alvos de "empresas" moralistas? Apenas me dá vontade de soltar diversos palavrões. E foi o que aconteceu comigo.
Hoje enquanto conversava pelo Google Talk - que vem junto do Gmail, após uma brincadeira da muito sem graça de minha amiga, resolvi fazer o sinal universal que diz "pára de falar merda" entre outras coisas, ou seja:_|_
Mas para minha surpresa o que acontece? O Google simplesmente num ato de puro autoritarismo, me censura e muda minha expressão para um simples |, dá pra crer? Eu não cri quando vi. Como o Google ousa tirar o meu direito de expressão? Quem ele pensa que é? They messed up with the wrong fella! Eu que já me propus a vestir uma camiseta agradecendo ao Google pelas vezes que me ajudou quanto a pesquisas, mas não, isso tudo acabou! O direito sagrado de soltar palavrões não deve ser censurado por moralismo de quinta categoria! Abaixo o Google! Vou usar apenas o Yahoo agora. Ele é mais democrático.
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Luquinhas
às
9:54 AM
terça-feira, março 25, 2008
Reflexão, não de praia
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Titizoca
às
5:15 PM


